A arte do Susto e a Piada Seca
Porque rir é o melhor remédio e sem L. Casei Imunitass

Nova onda de violência

Amigos, venho alertá-los para uma nova onda de violência oriunda dos Estados Unidos da América (para não variar) e que parece já ter chegado também a Portugal.

Ao que parece uma Srª já em idade avançada foi agredida pelo seu próprio filho à salsichada desconhecem-se os reais motivos mas há suspeitas de que o filho estava bêbedo e teve essa reacção pelo facto de a mãe ter deixado acabar a mostarda lá em casa! Um rapazito com 46 anos não pode passar por certas privações, não é?

A onda de violência parece já ter chegado a Portugal uma vez que e apesar de não existirem registos que comprovem, parece ter acontecido algo semelhante segundo conta na zona de Alvalade em Lisboa, mas neste caso foi o pai que agrediu a filha, com uma carcaça!

Conta uma testemunha que não quis mostrar a cara nem deixar identicação, (mas que gosta de dar pelo nome de “Lolita,”) que o pai desta familia já bastante irritado com a sua filha por esta não estar calada durante a refeição que apreciavam, não foi de modos e atirou-lhe com uma carcaça (leia-se paposeco) à cabeça, em plena mesa de jantar! A filha ao que parece ficou extremamente indignada com a situação mas calou-se!

Apesar da distância que separa estes dois acontecimentos, não se conseguiu achar um relacionamento entre familias, mas prevesse que esta seja uma nova onda de violência que está a surgir na sociedade!

A sugestão que deixo é, “comam mas é sopa”!

4 Respostas to “Nova onda de violência”

  1. A vantagem disso, é que se juntarmos as duas agressões, temos um cachorro quente alentejano!

  2. Por acaso, foi logo num cachorro que pensei também, mas reprimi logo esse pensamento, não fosse aparecer algum agressor do género e ainda acabava com uma baguete debaixo do braço!

  3. Antes uma baguete debaixo do braço do que um castor debaixo do braço!

  4. Aquela noite foi o terror quando vejo a pobre rapariga a ser agredida com a carcaça, vi a morte a minha frente pois ao meu lado estava uma broa de milho mesmo a mão de semear que se me viesse a cabeça deixava-me logo ali a mainar com os miolos ao sol.


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